A Menina e o Monstro Que a Visitava.
Capitulo I.
Minha Vida Era Perfeita, Até Ele Chegar...
Milly estava no colo de sua mãe, aqueles braços eram o melhor lugar que mais gostava de ficar, não havia nada melhor do que a proteção dos braços de sua mamãe,aos 03 aninhos não queria parar quieta só queria chamar atenção da sua mãezinha. Mas ela não queria lhe dá atenção, conversava com aquele homem e Milly nao gostara dele por tirar a atencao de sua mae.
Minha Vida Era Perfeita, Até Ele Chegar...
Milly estava no colo de sua mãe, aqueles braços eram o melhor lugar que mais gostava de ficar, não havia nada melhor do que a proteção dos braços de sua mamãe,aos 03 aninhos não queria parar quieta só queria chamar atenção da sua mãezinha. Mas ela não queria lhe dá atenção, conversava com aquele homem e Milly nao gostara dele por tirar a atencao de sua mae.
A menina tenta puxar a mãe.
-Mamãe vamos para o parquinho quero brincar- Milly resmunga
-Vamos filha já já, só um pouquinho, mamãe está conversando com o amigo tá.
O amigo da mãe olha para Milly com cara de quem não estava gostando de ser interrompido. A mãe e o amigo continuaram o papo animados deixando a criança pensando o que será que mamãe conversa com esse homem e não me dá atenção, por quê mamãe não vai brincar comigo?
Os encontros os passeios com aquele homem, tornaram-se cada dia mais frequentes e Milly não sabia o que estava acontecendo, Tom beijava sua mamãe e ela ria e gostava.
A mãe de Milly conversou com ela alguma coisa sobre o tio Tom vim morar com elas, mas com 04 aninhos, a criança não sabia o que tudo aquilo significava.
- Filha você gosta do tio Tom?
- Sim mamãe, ele é muito legal me dá muitos presentes e doces- responde a criança entusiasmada.
-Então meu amor, o que você acha do tio Tom, vim morar conosco?- pergunta a mãe animada.
-Legal mamãe, ele vai brincar comigo?- questiona Milly
-Sim meu amor, vamos brincar muito nós três- promete a mãe abraçando a filha carinhosamente.
Até que um dia estavam em casa e ele chegou com suas malas, e mamãe muito feliz ajudou-o a guardar suas coisas no quarto dela.
Tio Tom era legal atencioso cobria a menina de mimos, Milly gostava da idéia de ter um papai, ele cuidava dela quando mamãe trabalhava, ele conseguiu ganhar a confiança da mãe e filha.
Tom assistia os desenhos preferidos com Milly, levava para o parquinho, dava banhos na criança quando mamãe não estava em casa, e eram esses momentos que começaram a desagradar Milly, já faziam quase dois anos que Tom morava com elas, no inicio mamãe fazia todos essas atividades com Milly, mas com o tempo a mamãe pedia para Tom fazer algumas ativiadades com a filha, Tom ficou desempregado, ficando assim a tarefa dele de cuidar da casa e de Milly...
Foi em um dia comum que algo estranho aconteceu Milly gostava de tomar banho sozinha, não gostava do jeito que Tio Tom a olhava quando dizia que precisava dar banho nela, pois ela não sabia tomar banho sozinha. Tio Tom começou a passar o sabonete na menina, seus olhos tinham um brilho diferente, começou a esfrega-la nas costa, descendo repetitivamente nas partes intimas, friccionando de forma rude que a menina começou a reclamar que estava doendo:
- Aí tio isso está doendo- reclama a criança.
-Desculpa meu amor é pra lavar direitinho - retruca o padrasto irritado - Pode terminar o banho então - sai do banheiro batendo a porta.
Aquele dia foi muito estranho,Tom começou a mudar com a criança, quando estava com sua mãe era muito atencioso e brincalhão, mas quando estavam sozinhos a olhava de forma diferente, sempre buscando motivos para toca-la, aperta-la, e isso era muito desagradável para Milly.
O tempo passou e Milly foi ficando cada dia mais apreensiva em ficar sozinha com o padrasto:um dia estavam em casa, Milly estava no seu quarto, a mãe teve que viajar a trabalho e iria passar a noite fora. A menina estava mexendo no celular, quando o tio chegou no seu quarto.
- Milly vamos assistir um filme?- perguntou Tom, animado.
- Ah tio estou jogando, não quero ver filme não- responde a menina emburrada.
- Poxa vem, fiz pipoca, nós vamos nos divertir, por favor me faz companhia- insiste ele carinhoso.
- Tá tio, já vou- responde a menina, sem vontade.
Ela se dirige ao quarto da mãe e do padastro, ele pede pra ela deitar na cama que iria colocar o filme, e deita-se ao seu lado após colocar o filme. O filme escolhido por o tio era de terror, e a cada cada cena horripilante ela fechava os olhos, ao perceber o medo da menina, Tom a aconchega nos seus braços e começa a acariciar seus cabelos; a menina estava com tanto medo que não percebeu que Tom descia a mão até suas perninhas, e de repente Tom coloca a mão dentro de sua calçinha e Milly se dá conta que não tem motivos para ter medo do filme e sim daquilo que o tio estava fazendo.
A menina fica paralisada e o tio olha pra ela e faz sinal de silêncio e continua fazendo aquilo, acariciando-a, seu coração está disparado pois ela sabe que aquilo está errado, sua mãe já tinha falado com ela que ninguém podia tocar em nossas partes. A menina começou a chorar e Tom percebeu que a criança não estava mais com medo do filme e que talvez entendeu o que ela estava fazendo.
- Olha você não pode contar isso pra ninguém, nem para a mamãe tá? isso vai ser o nosso segredo, você sabe que mamãe gosta muito de mim e ela não vai acreditar, vai acreditar somente em mim, ok?- ameaça Tom.
-Mas isso é errado e feio- diz a criança assustada
-Não é feio não, você gosta do titio não gosta?- fala o homem ofegante- o tio gosta de você e muito e da sua mamãe, e não vai acontecer nada se você ficar caladinha.
Ele solta a menina e manda-a para seu quarto, Milly se tranca no quarto e chora copiosamente e aquela cena não lhe sai da mente... Daquele dia em diante, seu sorriso e sua alegria deram lugar a ansiedade e o medo de ficar sozinha com seu padrasto. Sua mãe não percebia, estava muito ocupada e achava que a filha estava em uma fase de crescimento pois já estava se tornando uma mocinha.
Milly tinha pesadelos, acordava sonhando que um monstro a perseguia, pegando no colo e fazendo coisas feias com ela. Certo dia acordou com o padrasto em pé na sua cama observando-a, estava descoberta, ele sentou-se lentamente e com aquele gesto de silencio começou a fazer o que o monstro de seus sonhos fazia...
Os abusos continuaram por anos e Milly nunca mais pôde acochegar-se nos abraços de sua mamãe, cresceu com aquele sentimento dentro de si e não pôde falar, calou-se por mêdo, o sentimento que muitas vezes a acometia era de repulsa por ela mesma, sentia raiva de todos por não ter sido protegida por aqueles que a amavam, por ninguém ter percebido o que se passava nas madrugadas quando o monstro a visitava...
Continua...
Não Percam...

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